Essa atmosfera estranha não me abandona... acontecimentos que mexem com o meu ser de forma desagradável seguem-se, sem cessar... Talvez seja uma nuvem passageira. E espero que não demore a passar.
As palavras de Bram naquela noite ecoam em minha mente, por mais que eu me esforce em esquecê-las. Em determinado momento até consigo esquecer, mas só para vê-las ressurgir de maneira mais persistente... e algo aqui dentro leva minha mente até àquele quarto... o quarto proibido. A minha natureza é assim: por mais que eu não acredite, eu preciso averiguar, buscar... por que não posso simplesmente deixar de lado? A dúvida, a curiosidade, o senso de aventura... não me deixam! Fui lá novamente. Revirei tudo em busca de algo... o que, necessariamente, eu não sei. Só queria encontrar... Estava fora de mim, e não é a primeira vez que sinto minha alma desprender-se do meu corpo... e é como se eu assistisse a mim mesma... Vlad entrou, e eu gelei. O aborrecimento dele por me ver ali foi claro. Tentei passar naturalidade - terei conseguido? Acho que sim. Não podia contar o que me levou ali, mas contei o que não deixa de ser verdade: minha atração pelo proibido.
Nada encontrei, e isso bastou para que eu esquecesse a razão que me levou até lá. Jantamos... estamos bem e eu estou tranquila novamente. O que me atormentava sumiu de minha mente. Mas até quando?
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
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